O Islã não é uma religião. O Islã é uma organização político-social completamente alienígena, especialmente danosa em qualquer comunidade estrangeira por onde se estabelece. O Islã é uma cultura substitutiva, isso significa que ele não coexiste pacificamente nos locais onde se torna maioria ou parcela significativa. Ao contrário, expande e impõe sua Sharia a todos, inclusive não muçulmanos. Só existem dois destinos para um não muçulmano: ser convertido, ou morrer.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Se não há igrejas na Arábia Saudita, não haverá mesquitas na Noruega.
Maiores informações no link abaixo: http://portugalglorioso.blogspot.com.br/2013/12/parabens-noruega.html
domingo, 11 de janeiro de 2015
A asquerosa entrevista de uma radical muçulmana Maha Abdelaziz de Brasília ao Globo
Legitimação do terror: a asquerosa entrevista de uma radical muçulmana de Brasília ao Globo. É este tipo de professora que Jean Wyllys e petistas querem nas escolas?
Um exemplo de radical muçulmana é Maha Abdelaziz, professora do Centro Islâmico de Brasília (foto) que concedeu uma asquerosa entrevista a Gabriel Garcia, do Globo, reproduzida neste sábado (10) no Blog do Noblat. Abdelaziz é do tipo que se diz contra o terrorismo, a matança, o derramamento de sangue, MAS… justifica todos eles.
Com o apoio de Jean Wyllys (PSOL-RJ), Carlos Alberto (PMN-RJ), Luiz Tibé (PT do B-MG), Edson Santos (PT-RJ) e Reginaldo Lopes (PT-MG), ainda tramita no Congresso brasileiro o Projeto de Lei 1780/2011 do deputado Miguel Côrrea (PT-MG) que inclui no currículo obrigatório dos ensinos fundamental e médio o ensino de cultura árabe e tradição islâmica. Será que essa gente quer ver professoras como Maha Abdelaziz dando aulas para as crianças nas escolas?
É possível que sim, já que é próprio do PT e do PSOL legitimar a criminalidade.
Na entrevista, Abdelaziz reclama que o mundo vire de ponta a cabeça pela morte de “nove pessoas” em Paris, que depois ela ainda chama de “meia dúzia” (quando na verdade foram 17); condena as sátiras do jornal “Charlie Hebdo” como “agressão”, “um ato violento moralmente” e “uma crítica moral ao nosso profeta”, dizendo que “não pode haver agressão, não aceitamos que se agrida moralmente ninguém”; até que exibe o seu radicalismo nu e cru na última resposta:
Como separar os muçulmanos fieis, aqueles pacíficos, dos radicais?
Tais termos são plantados para denegrir a imagem dos muçulmanos. Não existe terrorista, radical. Todo mundo tem o sangue quente. Como massacram os muçulmanos no mundo inteiro e não querem uma reação? Cada ação tem uma ação do mesmo tamanho e no sentido contrário. Seria tolo e idiota tanta violência, tanto massacre e ficarmos olhando. Esses ataques que vocês chamam de terrorista é uma resposta a tanta barbaridade que acontece contra os muçulmanos. Nossa religião não incentiva violência, jamais incentiva derramamento de sangue, só que infelizmente essa é a resposta à crueldade. Vocês podem esperar coisa pior.
Podemos? Se é um aviso, é melhor a espionagem brasileira ficar de olho nos centros islâmicos de Brasília. Após os ataques em Paris, o ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, criticou o atual, o esquerdista Bill de Blasio, pela irresponsabilidade de tirar os espiões da polícia das mesquitas radicais em nome do politicamente correto. Não podemos incorrer no mesmo erro.
Vai que, movido pela ideologia da tia Maha, aparece alguém de “sangue quente” por aqui?
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
(Vídeo) = Lenço Terrorista: Radical muçulmana se finge de moderada para tentar encurralar
Lenço Terrorista: Radical muçulmana se finge de moderada para tentar encurralar -- logo quem! -- David Horowitz - https://www.youtube.com/watch?v=lQkLp-D4A0o
Os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente. Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos.
ESCRITO POR NIVALDO CORDEIRO | 08 JANEIRO 2015
ARTIGOS - CULTURA
ARTIGOS - CULTURA
Os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente.
Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos.
Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos.
Guardadas as devidas proporções, em face dos números dos mortos, o atentando ocorrido ontem em Paris é da mesma natureza do que aquele que derrubou as Torres Gêmeas. É a prova de que o terrorismo islâmico continua ativo em toda parte. Mesmo nos EUA tivemos alguns episódios de franco-atiradores mortais. A novidade é que o fato ocorreu na França, país que tem demonstrado grande simpatia pelos militantes da causa islâmica em várias oportunidades. Em 1995, a mesma Paris já tinha sido objeto de um atentado a uma estação de metrô, que deixou muitos mortos, mas parece que tudo se apagou da memória. Fiquei indignado com a morosidade registrada pela polícia francesa para reagir. As imagens do policial assassinado friamente parecem revelar que ele nem portava arma de defesa pessoal. Presa fácil, galinha morta.
O que move os celerados? Um ódio doentio ao Ocidente, ao seu modo de vida, à sua liberdade, ao cristianismo. Essa gente é semelhante aos nazistas: o que importa é matar e não se importam em se matar. Ao fim e ao cabo, de suas ações brotam sempre cadáveres, seus e/ou dos outros. É a própria cultura da morte que estamos vendo. Não penso haver islamitas do bem; eles se camuflam e, quando a ocasião aparece, transformam-se em guerreiros de Alá. Basta ver como tratam suas mulheres e as punem se vacilarem no uso do véu, para dizer o mínimo.
Um dos pontos de ódio mais relevantes dos islamitas ao Ocidente diz respeito à liberdade que as mulheres conquistaram aqui. De fato, a igualdade entre ambos os sexos é uma realidade, algo intolerável para a mentalidade tribal que os islamitas carregam em si. Para eles, mulher é apenas objeto de sexo e procriação e nada mais, não lhes permitem o exercício da liberdade e da criatividade. São as mulheres as grandes perdedoras na eventualidade de uma sociedade islâmica se estabelecer na Europa, continente no qual isso pode ocorrer com brevidade histórica.
O Islã é ainda mais iracundo com Israel, um símbolo da superioridade moral, política e tecnológica do Ocidente que vive como um enclave em meio ao magma populacional islâmico. O ódio aos judeus é apenas uma variante para o ódio ao Ocidente.
O drama é que as políticas públicas de defesa do Ocidente supõem que os seguidores do Islã são gente normal e que pensa como a gente, valoriza as coisas como as valorizamos. O mesmo se pensava dos nazistas, antes que chegassem ao poder. Esse é o mais terrível engano. Nenhuma sociedade islâmica, talvez que a possível exceção da Turquia, tolera as liberdades com a conhecemos, de opinião, de imprensa, política. Mesmo a Turquia vive sob ataque dos radicais. Há uma mentalidade monárquica dominante, cujo poder deve emanar do clero muçulmano. Vimos isso de forma lapidar na Irã depois de Khomeini. Imediatamente após tomar o poder, as mulheres tiveram restrições impostas e tudo que era Ocidental foi abolido. Foi um retrocesso civilizacional inequívoco.
Os partidos de esquerdas costumam apoiar a causa dos islamitas e a França, toda vida, tem sido esquerdista. Há algo de irônico nisso. A rigor, os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente. Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos. A esquerda usa isso para hipertrofiar o controle policial sobre os cidadãos, quando o certo seria mudar tudo, a começar pela política de desarmamento civil, infame, que reduz a população a alvo fácil dos facínoras, que nunca estão desarmados.
Pior é que a visão dos governantes ocidentais está pautada por um suposto laicismo, que baniu a força religiosa do cristianismo do dia a dia do Estado. Esse mundo supostamente laico, ateu, não tem força moral para barrar o avanço do Islã, cuja população se multiplica a velocidade muito maior do que a do Ocidente. É um problema dramático e lento, mas que projeta uma catástrofe populacional em poucos anos. A ocupação do Islã na Europa está usando as portas das maternidades.
O que esperar? Mais do mesmo. A cada atentado bem sucedido, um espasmo e um espanto, uma reação estupefata diante da catástrofe. Vimos as multidões marchando sobre Paris, como se os dois meliantes matadores de civis indefesos pudessem se impressionar com isso, como se os futuros meliantes fossem recuar. A multidão estúpida não tem força alguma diante de uma vontade férrea, que só pode ser enfrentada se a atitude do poder de Estado for modificada. Estamos longe disso, todavia. O renascer das instituições inspiradas no cristianismo é o único antídoto contra a barbárie islâmica.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15619-2015-01-08-20-19-26.html
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Mais um país muçulmano proíbe a celebração de Natal.
Brunei proíbe as celebrações de Natal para evitar influência cristã
Expressão pode ser vista como propagação de religiões distintas ao Islã
O rico estado petroleiro de Brunei proibiu as celebrações públicas de Natal por temer que os muçulmanos possam ser influenciados por elas, informou nesta quinta-feira (8) o ministério de Assuntos Religiosos.
A proibição foi decretada depois que algumas pessoas foram vistas usando roupas “parecidas com as do Papai Noel”.
Um porta-voz do ministério não quis comentar a notícia, mas recordou uma declaração emitida em 27 de dezembro segundo a qual qualquer expressão pública de rituais ou festividades não islâmicas “pode ser vista como propagação de religiões distintas ao Islã”.
Brunei instaurou no ano passado duros castigos baseados na sharia, a lei islâmica, que geraram críticas internacionais.
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07.01.2015 d.C. - Nunca o “dia de desenhar Maomé” se mostrou tão importante
Nunca o “dia de desenhar Maomé” se mostrou tão importante
Por Bernardo Santoro em 08/01/2015
É sempre bom lembrar que já há um movimento anual contra a opressão do politicamente correto em defesa da liberdade de expressão, princípio básico da democracia liberal. É o “Draw Mohammed Day“, ou “dia de desenhar Maomé”, criado em 2010 de maneira difusa por norte-americanos após um episódio da série de cartum animado South Park ser censurado e editado pela emissora por conta de ameaças feitas por terroristas em virtude dos cartunistas terem usado Maomé como personagem. Esse dia se repete pelo menos uma vez por ano, e esse é o melhor momento para se fazer isso.
O discurso anti-liberdade de expressão não está atrelado apenas ao Islã, mas sim a toda cultura que se opõe frontalmente à cultura ocidental liberal-conservadora judaico-cristã, como é o caso da cultura socialista. A recente tentativa do governo da Coreia do Norte de censurar o filme “A Entrevista”, que retratava o ditador Kim Jong Un como uma figura caricata (o que ele de fato é), através de ameaças e cyber-terrorismo, apenas aprofunda a necessidade de defesa das instituições da cultura ocidental.
Minha parte já está feita. Ilustrando esse artigo, mais acima, o desenho original de South Park. Ao lado, uma representação minha de Marx, pelo bem da liberdade.
Sobre o autor
Bernardo Santoro
Diretor do Instituto Liberal
Mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UERJ), Mestrando em Economia (Universidad Francisco Marroquín) e Pós-Graduado em Economia (UERJ). Professor de Economia Política das Faculdades de Direito da UERJ e da UFRJ. Advogado e Diretor-Executivo do Instituto Liberal. http://www.institutoliberal.org.br/blog/nunca-o-dia-de-desenhar-maome-se-mostrou-tao-importante/
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