quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Filme: Atrás do Sol - (Baseado em fatos reais - a perseguição de muçulmanos por ex-muçulmanos)




Samir é um jovem muçulmano que encontrou nos Estados Unidos a sonhada oportunidade para estudar e crescer profissionalmente.

Lá, também, ele encontrou a verdade sobre Cristo e tem tido liberdade para falar e viver sua fé livremente.

Mas, seu maior desafio, e também seu maior medo, será contar para sua família muçulmana sobre sua nova fé.

Baseada em fatos reais, a história de Samir conta o drama que jovens ex-muçulmanos enfrentam quando abandonam o islamismo.

De um lado, uma família que se sente traída e envergonhada. Do outro, Samir, que escolheu seguir Cristo e pagará um alto preço por sua decisão.

Veja essa história de fé, que não deixará muitas opções: a família ou Cristo.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Rússia vai se endurecer contra religião islâmica


Rússia vai se endurecer contra religião islâmica
Theodore Shoebat
Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir foi publicado no site Shoebat, cujos textos são publicados também no WND, que é de longe meu site favorito em inglês.
A recente série de ataques terroristas que ocorreram na Rússia, em que dezenas de pessoas foram mortas, são acontecimentos que só estão aumentando a já crescente tensão da Rússia contra o islamismo, e também representa que uma inquisição religiosa [da Igreja Ortodoxa] será imposta na heresia de Maomé.
Ônibus destruído por ataque terrorista islâmico na Rússia
De acordo com o jornal Izvestiya, que é a favor do governo russo, autoridades de segurança da Rússia ambicionam impor certas medidas para controlar a imigração descontrolada, e também impor monitoração nas mulheres que se converteram ao islamismo.
Kirill Benediktov, analista de política russa, atribuiu o ataque terrorista ao apoio da Arábia Saudita ao wahabismo na Rússia:
“Não há dúvida de que os governos salafistas do Golfo Pérsico, principalmente a Arábia Saudita, têm apoiado o terrorismo islâmico na Rússia… A Rússia é agora forte o suficiente para retribuir as medidas hostis para os governos que vêm utilizando a quinta coluna Wahhabi, a fim de desestabilizar a situação no nosso país.”
Galina Khizreyeva, especialista em guerra santa islâmica no Instituto de Estudos Estratégicos da Rússia, foi mencionada pelo popular jornal Moskovskiy Komsomolets, como afirmando que deve-se aprovar leis contra o wahabismo:
“Os terroristas têm uma nova estratégia de envolver os russos na realização de ataques terroristas para mostrar que os russos estão descontentes com as autoridades. Esse problema deve ser resolvido em nível federal. É necessário aprovar leis o mais rápido possível para ajudar a deter o extremismo e o wahabismo, que resultam em terrorismo.”
Nunca nos esqueçamos de que os ataques na Rússia têm a intenção de matar os cristãos.
Aleksandr Grishin, escritor e patriota russo, defendeu a medida governamental de prender, não apenas os terroristas, mas todos os seus familiares também:
“Estamos ficando sem escolha, além de declarar tolerância zero em relação aos terroristas e membros das suas famílias… Não deve haver concessões do Estado aos familiares dos bandidos. Quem estava ciente dos preparativos para um ataque terrorista, mas não informou os órgãos de segurança, deve ser preso… Deve haver uma sentença de prisão perpétua para o terrorismo, a pena de morte para os organizadores.”
Todos estes sentimentos, e os relatos de planos de medidas governamentais focados em certos muçulmanos (especialmente mulheres convertidas), são prenúncios de uma futura imposição significativa de penalidades na religião islâmica. Agora, para deixar ainda mais claros os sinais que mostram uma futura supressão do islamismo, há vários eventos que ocorreram pouco antes dos recentes ataques terroristas.
No início deste mês, escrevi sobre como a cidade de Moscou decretou que os muçulmanos não podiam mais construir mesquitas. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, declarou enfaticamente:
“Nenhuma nova licença de construção será dada. Eu acho que Moscou tem mesquitas suficientes.”
O mesmo prefeito disse em um programa de rádio:
“Os moscovitas estão ficando irritados com pessoas que falam uma língua diferente, têm costumes diferentes, e mostram um comportamento agressivo. Essa não é uma questão puramente étnica, mas está ligada a algumas características étnicas.”
Além disso, adicione a isso o fato de que apenas alguns dias antes desses ataques terroristas ocorrerem, o Patriarca Kirill, que preside a Igreja Ortodoxa da Rússia, expressou sua preocupação e ilustrou sua visão sobre o Islamismo na Rússia:
“O aumento do número de migrantes, principalmente da Ásia Central e do Cáucaso, em Moscou aumentou o risco de conflitos étnicos.”
Ele também disse que muitos muçulmanos com mentalidade de guerra santa “são recrutados por organizações extremistas e terroristas, às vezes mesmo em Moscou,” e ele também acrescentou sua preocupação sobre a construção de mesquitas e os sentimentos anticristãos entre os muçulmanos:
“Os radicais são extremamente negativos para com a fé ortodoxa: eles mataram seis sacerdotes ortodoxos, inclusive o padre de Moscou Daniil Sysoyev, nos últimos 15 anos… A criação de um ambiente favorável sobre a questão da construção de mesquitas no território onde predomina uma população ortodoxa depende diretamente das relações étnicas em cada lugar específico, o nível de criminalidade étnica e terrorismo.”
O Patriarca, que é muito influente, disse que esperava que Moscou se expurgasse dos “enclaves de ilegalidade, que os problemas da imigração ilegal e do comportamento imprudente de alguns migrantes sejam resolvidos, que as atividades de alguns sabotadores e extremistas sejam controladas.”
Todos estes sinais são indícios de que a supressão do islamismo sob as mãos do Estado irá acontecer.
Traduzido por Alfa Luís (com revisão de Julio Severo) do artigo do site Shoebat: Russia Will Get Tougher On Islamic Religion
Leitura recomendada:

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

(Vídeos) - Fitna: a ameaça do islamismo radical (Cenas muito forte de violência islâmica)

Fitna: a ameaça do islamismo radical

Apresentamos aqui o vídeo “Fitna”, do deputado holandês Geert Wilders. Embora seus esclarecimentos sobre o islamismo sejam muito importantes, deixamos claro que não concordamos com algumas das posições morais ou espirituais dele.

Fitna, parte 1, dez minutos
 




Fitna, parte 2, seis minutos


 
 
Fonte:

Sudão: uma lição de genocídio anticristão

Sudão: uma lição de genocídio anticristão

Julio Severo
Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecidas em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.
Bandeira do Sudão do Sul, o mais novo país da comunidade inernacional
Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.
Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.
A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.
A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?
Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.
O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.
Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.
No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?
Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?
Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?

Mulher cristã do Paquistão sentenciada à morte

Mulher cristã do Paquistão sentenciada à morte
Matthew Cullinan Hoffman
ITAN WALI, Paquistão, 19 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma mulher cristã paquistanesa está enfrentando a morte depois de ser condenada sob uma Lei contra Blasfêmia do Paquistão, após defender sua fé contra um grupo de muçulmanas que a insultaram por suas convicções cristãs.
Asia Bibi, trabalhadora rural de 45 anos e mãe de três filhos, estava trabalhando nos campos de sua pequena cidade de Itan Wali na região do Punjab do Paquistão em 2009 quando a mão dela tocou a água que era para os trabalhadores beberem. As mulheres muçulmanas que estavam trabalhando com ela então se recusaram a beber a água, dizendo que havia sido contaminada pelo toque de uma cristã. Alguns relatos indicam que o grupo vinha por algum tempo pressionando Asia a abandonar o Cristianismo.
No argumento que se seguiu, Asia, de acordo com as reportagens, defendeu sua fé, embora haja duas versões da natureza exata das declarações dela. As mulheres muçulmanas afirmam que ela insultou Maomé, declarando que ele havia morrido “com vermes na boca”. Contudo, os que defendem Asia dizem que ela jamais cometeu insulto algum, mas em vez disso defendeu sua fé em Cristo, afirmando que ele havia morrido pelos pecados da humanidade e ressuscitado dos mortos, enquanto Maomé não.
Depois que as mulheres se queixaram para um imam local, Quari Salim, o clérigo entrou com uma ação judicial contra Asia por “blasfêmia”, e ela foi mandada para a prisão para enfrentar julgamento. Um ano e três meses mais tarde, em 7 de novembro, ela foi sentenciada a enforcamento por seu “crime”, e a pagar uma multa equivalente ao salário de dois anos e meio para um trabalhador sem qualificação.
Um grupo de cidadãos de Itan Wali disse para a CNN que todos eles apoiam a sentença de morte contra Asia, e Quari disse para a agência noticiosa que a sentença de morte dela foi “um dos momentos mais felizes da vida dele”, de acordo com o entrevistador.
“Lágrimas de alegria jorraram dos meus olhos”, disse o imam durante a entrevista gravada em vídeo.
Entretanto, nem todos os muçulmanos paquistaneses estão de acordo com essa avaliação. Salmaan Taseer, governador do Punjab, disse para o serviço noticioso AsiaNews numa entrevista que ele considera a sentença de morte de Asia Bibi como “um episódio vergonhoso. É uma vergonha para o Paquistão”, e ele garantiu à agência que o procedimento de recursos reverteria a sentença.
O acadêmico islâmico Asghar Ali Engineer concorda, dizendo que “Precisamos salvar a vida de Asia Bibi” e afirmando que “É urgentemente necessário lançar uma campanha sustentada por líderes e governos que defendem os direitos humanos… Não devemos permanecer de boca fechada”.
“No Paquistão, está se tornando cada vez mais evidente, como no caso de Asia, que as leis contra blasfêmia se tornaram instrumentos convenientes nas mãos de qualquer indivíduo que escolhe fazer as minorias de alvo”, o professor Asghar disse para AsiaNews. “A Lei contra Blasfêmia não é islâmica e foi introduzida para legitimar o governo do ditador General Ziaul-Haq, e faz pouco para ter conexão com os padrões de doutrina ou evidência do direito islâmico clássico”.
Além dos cristãos paquistaneses locais, organizações internacionais e até o papa se envolveram no movimento para libertar Asia Bibi.
“A comunidade internacional está acompanhando com grande preocupação a difícil situação dos cristãos no Paquistão, muitas vezes vítimas de violência e discriminação”, disse o Papa Bento numa recente declaração com relação ao caso. “Rezo por aqueles que estão em situações semelhantes para que sua dignidade humana e seus direitos fundamentais sejam plenamente respeitados”, ele acrescentou, também mencionando sua “proximidade espiritual” a Asia.
Embora seja possível que Asia acabe sendo absolvida e sua sentença anulada por um tribunal superior, isso poderá fazer pouco para protegê-la da sentença de morte que ela já recebeu.
Conforme reportagens, em anos recentes mais de 30 pessoas que foram acusadas de violar a Lei contra Blasfêmia do Paquistão foram ou assassinadas na prisão ou mortas depois de serem absolvidas e soltas.
Milhares de indivíduos e organizações estão fazendo petições ao presidente do Paquistão, Asif Zardari, para garantir recursos legais adequados para Asia e decretar um perdão se necessário.
Informações de contato:
President Asif Zardari
publicmail@president.gov.pk
O site pró-vida da Espanha HazteOir recomenda [que se mande ao presidente do Paquistão] o seguinte texto em inglês:
Mr. President:
With all due respect, I wish to express my concern about the persecution that Christians are suffering in Pakistan, especially following the approval of the anti-blasphemy law.
I know, Mr. President, that your intention is to contain terrorism and radicalism of minority sectors of the population against the Christian community.
In this sense, please pardon Asia Bibi. A Presidential pardon would reflect your interest and that of your country to respect and defend freedom of conscience.
Tradução da mensagem ao presidente do Paquistão:
Sr. Presidente:
Com todo o respeito devido, desejo expressar minha preocupação com a perseguição que os cristãos estão sofrendo no Paquistão, principalmente depois da aprovação da lei anti-blasfêmia.
Sei, Sr. Presidente, que sua intenção é conter o terrorismo e o radicalismo de setores minoritários da população contra a comunidade cristã.
Nesse sentido, por favor perdoe Asia Bibi. Um perdão presidencial refletiria seu interesse e o interesse do seu país para respeitar e defender a liberdade de consciência.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10111903
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Único ministro governamental cristão do Paquistão é morto a tiros por extremistas islâmicos

Único ministro governamental cristão do Paquistão é morto a tiros por extremistas islâmicos
ISLAMABAD, Paquistão, 2 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — O único ministro governamental cristão do Paquistão, Shahbaz Bhatti, foi morto a tiros por extremistas muçulmanos em aparente retaliação por se opor à “lei anti-blasfêmia” do país, de acordo com reportagens da mídia internacional.
Shabaz Bhatti foi assassinado a tiros em seu carro por suas convicções cristãs.
Bhatti, que era o ministro das Minorias, estava dirigindo seu carro para trabalhar na capital de Islamabad hoje quando um homem armado deu uma rajada de balas no carro dele, matando-o. No local, foram deixados folhetos avisando outros que o mesmo destino os aguardaria se eles se opusessem à lei anti-blasfêmia, uma lei que os críticos dizem é usada para perseguir minorias religiosas. Em sua reportagem, a Reuters disse que o Talibã do Paquistão assumiu responsabilidade pelo assassinato.
O assassinato de Bhatti ocorre depois do assassinato em janeiro de Salman Taseer, o governador do estado do Punjab, também cometido por militantes islâmicos, e também por condenar a lei anti-blasfêmia do país. No clima de medo depois do assassinato, Bhatti era o único dos poucos ministros governamentais que havia publicamente condenado o assassinato de Taseer. Depois do assassinato de Taseer, o presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, recuou em seus planos para reformar a lei anti-blasfêmia.
Numa gravação de vídeo de uma entrevista divulgada pelo jornal Telegraph, Bhatti disse que havia sido ameaçado pelo Talibã e outros extremistas islâmicos, mas disse que estava pronto para morrer para proteger os direitos dos cristãos. “Estou seguindo a cruz, e estou pronto para morrer por uma causa. Estou vivendo por minha comunidade e povo que sofre, e eu morrerei para defender os direitos deles”, disse ele.
A controvérsia sobre a lei anti-blasfêmia foi provocada pela recente condenação de Asia Bibi, uma mulher cristã que foi acusada de blasfêmia depois de defender suas convicções religiosas contra os insultos de várias mulheres em sua vila de maioria muçulmana. A condenação dela provocou uma indignação internacional e levou a reivindicações para que se revogasse ou reformasse a lei.
O assassinato de Bhatti é o terceiro assassinato de uma importante personalidade política cometido por extremistas islâmicos em anos recentes. O primeiro foi Benazir Bhutto, líder do governista Partido do Povo, em 2007.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/pakistans-only-christian-official-shot-dead-by-islamic-extremists
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